
A dança surgiu
na Era Paleolítica, antes mesmo de o homem aprender
a cultivar terra, quando ainda migravam buscando um
lugar para caçar, colher e pescar. As figuras
desenhadas, que nos servem de documentos sobre essa
era, representavam os animais e as caçadas, raramente
os homens. No entanto, desenhos que representam um mesmo
movimento foram encontrados nas regiões mais
variadas, como a Europa e a África do Sul. Essas
figuras comprovam que a humanidade tem um fundo cultural
comum.
As origens do Ballet
O Ballet clássico tem cerca de 500 anos. Ele
surgiu na Itália, onde grupos de artistas divertiam
os nobres e seus convidados com música, poesia,
mímica e dança. Logo a novidade passou
para os franceses. Muitos passos de ballet foram copiados
de danças folclóricas da Europa. Os passos
mais acrobáticos vieram dos artistas de circo.
Nesses primeiros tempos do ballet, como as mulheres
não podiam dançar em público, os
homens usavam perucas e máscaras para fazer os
papéis femininos.
No momento atual os espetáculos (peças
de ballet) são cheios de variedades e contrastes.
Trabalhos antigos como “Giselle” e o “Lago dos Cisnes”
ainda são sucesso de apresentação
no mundo inteiro ao lado de outros, como os baseados
em romances de Shakespeare e ainda criações
recentes assinadas por coreógrafos contemporâneos
e dançadas também por bailarinos (as)
do nosso tempo.
Uma aula de Ballet
A aula sempre começa com exercícios na
barra, que é um corrimão preso na parede,
à altura da cintura. A aluna segura na barra
com uma das mãos enquanto faz uma série
de exercícios.
O trabalho no centro e diagonais da sala é mais
difícil do que a barra, porque as alunas fazem
vários exercícios sem apoio.
“Se
a capacidade do corpo, do mesmo modo que a capacidade
da arte, é a de mostrar o pensamento nativo,
esta capacidade da arte é infinita, e o corpo
que dança é ele mesmo infinito”. (DANTAS,
1999)




|